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Wednesday, February 27th, 2008Alguém aà sabe como eu coloco um vÃdeo do youtube aqui? Assim, não só o link, mas a janelinha que dê pra executar e tal.
Se alguém souber, deixa um comentário aÃ.
Gracias! (eca) hehe
Alguém aà sabe como eu coloco um vÃdeo do youtube aqui? Assim, não só o link, mas a janelinha que dê pra executar e tal.
Se alguém souber, deixa um comentário aÃ.
Gracias! (eca) hehe
É amanhã, à s 14horas. Primeiro round com a banca de avaliação do mestrado. O tÃtulo da minha proposta de dissertação é: “Usando Mapas Auto-organizáveis na Compressão de Memória Cache em Sistemas Embarcados”. Basicamente, pretendo usar essa técnica de Inteligência Artificial chamada Self-Organized Maps (SOM) para criar uma heurÃstica de adaptatividade de área de memória comprimida (Cache Comprimido), em Linux embarcado, ou seja, usando Linux em um dispositivo móvel, como esse aqui.
Comprimindo uma área da memória RAM, espera-se que tenha um benefÃcio na performance das aplicações, já que mais páginas vão caber na mesma.
Estou um pouco nervoso, sempre rola aquele frio na barriga. Mas, vai dar tudo certo. ![]()
Assistindo à série “Trabalho Sujo” no Discovery Channel, cheguei à conclusão que nós não damos o devido valor ao trabalhadores que fazem esse tipo de serviço.

Quando olhamos para um iPhone, pensamos em como os designers da Apple são bons, mas, e os engenheiros eletrônicos que tiveram que adequar toda a parte eletrônica de acordo com o design exterior? E os programadores que tiveram que implementar vários programas “baixo-nÃvel” que ninguém sabe que existe? Eles são tão bons quanto os designers, você já pensou nisso?
Eu estou assim, “revoltadinho”, porque faço serviço sujo também. Trabalho desenvolvendo programas que todo mundo usa, mas que ninguém nota. Quando você aperta na tecla de um celular e o número aparece no display, alguém teve que programar aquilo, sabia? Alguém teve que dizer que o circuito da tecla deve mandar sinais para um outro circuito que controla o display e que este deve interpretar o sinal e “pintar” vários pontos na tela, formando o número que foi apertado. É esse tipo de programa que eu escrevo aqui no trabalho, são os chamados drivers.
Então, eu sei tanto quanto vocês sobre as features de um celular da Nokia. Não trabalho com celulares, trabalhamos com Internet Tablets que rodam Linux como sistema operacional. Não sei como destravar celular da operadora X, não sei qual programa toca mp3 no Nokia N95, não sei nem o que dá pra fazer com esse celular! O celular que uso é um Nokia 6600, tijolão, antigo, mas que funciona bem, mesmo em condições anormais de temperatura e pressão.
Apesar de não ter o reconhecimento dos “usuários finais”, eu gosto do que faço, de verdade. E também, existem outras formas de receber reconhecimento.
(Pelo menos não me sujo de verdade, :P)
Esse não é um post nerd. Na realidade, é uma tentativa de explicar, no meu ponto de vista, o que é o desenvolvimento de programas de computador de código aberto.
Bem, tudo começou há alguns anos atrás com Richard Stallman, quando este fundou o projeto GNU, em 1984. Basicamente, a idéia dele é que todo programa de computador deve ser “livre”, ou seja, todo usuário que utilizá-lo deve ser capaz de alterá-lo de acordo com as suas necessidades. Se for o caso, contrata algum especialista e paga pelo serviço de personalização, mas o código-fonte, ou seja, a matéria-prima do software continua sendo de uso público.
Como eu disse antes, vou tentar simplificar para que os leigos nessa área possam entender. E, não vejo como fazer isso sem usar como exemplo o Linux e o Windows da Microsoft. Não sei se vocês sabem, mas o Linux é um sistema operacional completo e grátis e o Windows também é um sistema operacional completo, porém pago.
A grande diferença quando se usa Linux ou Windows, ao meu ver, é que o primeiro é passÃvel de modificações, ou seja, você pode alterá-lo para suprir as suas necessidades. Imagine que você seja um programador e sabe que alguma aplicação do Windows está “dando pau”, sabe o porquê, mas não tem como ajudar. O código-fonte do Windows não é liberado e você tem que esperar a Microsoft lançar algum “Security Pack” ou “Atualização” (Remendo, na realidade) para que seu computador seja menos vulnerável, ou funcione direito.
Com o Linux não. Se você sabe qual é o problema, vá lá, resolva e envie sua solução para uma lista de e-mail das pessoas que mantêm determinada parte do sistema. Assim, no próximo lançamento mundial, seu código (e nome), estará disponÃvel para outros milhares de usuários.
Sou desenvolvedor de software livre há três anos. Sou pago pelo INdT - Instituto Nokia de Tecnologia, que é um instituto de pesquisa financiado pela Nokia através de recursos da Lei de Informática, do governo brasileiro. Acredito que o time que foi levantado, utilizando mão-de-obra oriunda da UFAM, é um sucesso no que se refere à criação de profissionais altamente especializados em tecnologia de ponta.
Uma de nossas metas, e de minhas metas pessoais, é contribuir para o desenvolvimento da minha região e principalmente do meu paÃs. Já fiquei muito tempo “trabalhando” sem ser renumerado, somente pelo prazer de poder ter meu nome e meu legado em softwares aque irão ajudar outras pessoas.
Eu sei, pode não parecer muito. Mas é assim que eu me vejo contribuindo para um mundo melhor. É o que sei fazer, e espero estar conseguindo.
Primeiro post utilizando o sistema Wordpress instalado no meu domÃnio briglia.net. É, já fazia algum tempo que eu estava querendo um domÃnio próprio pra colocar minhas coisas. Enfim, resolvi abrir mão e comprar esse aqui.
Bem, o que significa ter um domÃnio? É como se você comprasse um pedaço da Internet para sua própria administração. É claro que existem algumas coisas que vêm quando se compra um endereço assim: você precisa de um servidor, ou seja, uma máquina (um computador mesmo) que fique ligado 24horas, todos os dias do ano, com os dados que compõem o seu site. É claro que muita gente viu nisso uma oportunidade de negócio, e o que não faltam são empresas especializadas em hospedar o seu site.
Eu comprei esse domÃnio aqui por um site de uma empresa chamada SiteGround. O endereço é http://www.siteground.com . Além do domÃnio (que é o nome briglia.net), essa empresa também oferece várias aplicações como sistema de blogs, sistem de loja virtual, bancos de dados, 500GB de espaço, ftp, galeria de fotos, 5000GB de transferência mensal, enfim, é um monte de coisas e gostei bastante.
Com alguns cliques instalei o sistema wordpress, mais alguns cliques e instalei o sistema de galeria de fotos. Só foi instalar-e-usar. Ainda faltam alguns ajustes no blog e na galeria, mas nada demais.
Quanto custa a brincadeira? 147 dólares por 2 anos. Bom, não achei muito caro não, até porque o sistema é bem seguro, o servidor parece ser bem rápido e o suporte (muito importante nessa caso) é eficiente. Eles possuem muitos tutoriais on-line que ajudam bastante na instalação/criação do seu site.
Ah sim! Nem mencionei o fato de também oferecerem webmail (igual o hotmail, gmail, yahoo, etc) com número de contas ilimitadas. Ou seja, eu posso criar o anderson_super_fodao@briglia.net, eu_sou_foda@briglia.net, anderson_jebudo@briglia.net, enfim, o céu é o limite (ou a leseira, hehe). Uma outra coisa ilimitada é a quantidade de subdomÃnios, ou seja: http://sanguedelpredador.briglia.net, http://lojavirtual.briglia.net, etc… Legal né?
Bom, é isso, agora vamos ver se quando a empolgação passar eu consigo continuar usando isso aqui (porra, foi caro!) e quem sabe, ganhar algum dinheiro algum dia. ![]()
Vocês conhecem o código-de-barras, correto? Já conhecem o código de barradas 2D? Ele é parecido com isso aqui:
Alguns fabricantes já estão utilizando esse tipo de código-de-barras. Aqui nos supermercados e outras lojas, ainda não encontrei, mas aà pra fora a coisa tá começando a se popularizar.
Mas o que tem o celular a ver com isso? Bom, existem alguns programas muito legais para se usar nos celulares de hoje em dia. Como todos já notaram, os celulares estão cada vez mais potentes e cheios de recursos. Nesse site: http://www.i-nigma.com/personal/ você vai encontrar uma aplicação que utiliza a camera do seu celular, captura o código e o traduz. Você só precisa apontar a camera para o código e esperar que ele traduza, legal né? Existem também leitores de códigos-de-barras normais, desses que encontramos nos produtos.
Mas, pra quê serviria isso? Sei lá, só sei que com o código-de-barras 2D você pode codificar mensagens de vários caracteres e pode fazer disso algum tipo de código para informações que só você quer ter acesso, :).
Vou tentar, de agora em diante, postar coisas legais que podem ser feitos com os aparelhos que usamos no nosso dia-a-dia.
Não sei se vocês conhecem, mas começaram a aparecer algumas opções de acesso à Internet, com um custo razoável, utilizando a rede GPRS de celulares.
Quase todas as operadores já possuem planos e promoções para quem tem a necessidade, ou somente gostaria de ter acesso à Internet onde quer que esteja, sem depender de um cabo ou uma rede wifi de 15 metros de range.
Estou usando por 3 dias o TIM web, que é um serviço da TIM (dã) para acesso à Internet através de um MODEM usb ou PCMCIA. Escolhi o usb pois também gostaria de usá-lo no desktop e também teria mais chances de existir um driver open source para o linux. Até já o testei em um carro em movimento e a velocidade se manteve boa, legal né?
Minha avaliação? Se você realmente precisa acessar a Internet de forma móvel, ou ainda não tem banda larga em casa e se treme todo se não verificar os emails durante o final de semana, compre. Na promoção do TIM web a assinatura e o modem saem “de graça”, eles dizem que você tem que passar 18 meses no plano, mas pra quem já sabe, isso se chama venda casada e é proibida por lei. As mensalidades variam, o maior plano, de 1GB de tráfego por mês custa 49 reais durante alguns meses e depois 69.
Agora, se você se interessou, corra. As filas estão acontecendo pois a procura é muito grande. Infelizmente os grandes órgãos de comunicação e as grandes empresas não conseguem enxergar o potencial do mercado de Manaus. Nós somos ávidos por consumo de Internet, serviços na Web, etc. Mas ninguém vê e continuamos sofrendo com links ridÃculos e caros.
 
Acontece amanhã, o Dia D. Esse evento de Software Livre visa difundir a distribuição de Linux chamado Debian e apresentar palestras de desenvolvedores que atuam nessa área.
Sinceramente falando, espero que esse ano seja muito melhor do que o ano passado. Em 2006 houve uma desorganização muito grande e sinceramente não me agradou nem um pouco. Fui convidado a dar uma palestra no evento e quando cheguei lá não encontrava ninguém da organização, eu não sabia qual era a sala, não tive apoio algum na montagem do equipamento que eu tive que levar. Aliás, tive apoio sim, mas foi de um colega de trabalho que estava lá.
O Dia D tem uma coisa boa que é o foco em aspectos técnicos, a filosofia fica pra depois. E acho que eles estão certos, já falamos demais do MS-Windows, já comparamos demais o Linux com o Windows. Agora está na hora de mostrar o nosso trabalho e mostrar que existem gente técnica capacitada no estado do Amazonas (e porque não, no Brasil?).
Bom, voltando ao Dia D: Ele será realizado na antiga UTAM, ali na av. Darcy Vargas. A entrada é 2 quilos de alimento não-perecÃvel. Pra quem desenvolve em Linux ou pra quem é “desenvolvedor Delphi”, é bom dar uma olhada. Agora, se você não é programador de nada e só quer saber o que é esse tal de Linux, acho melhor esperar pelo ESLAM, que é muito mais filosófico e polÃtico.
Ah, só puxando sardinha para o nosso lado, mas esse ano temos 80% das palestras sendo de colegas aqui do laboratório de Open Source do INdT, ![]()
Mais informações aqui.
Minha primeira palestra em inglês, em um evento internacional… E eu sobrevivi! ahaha

Bom, o público interagiu bem, o que é considerado muito bom nesse tipo de evento e eu consegui passar a idéia do nosso trabalho lá para todos que assistiram! Realmente foi uma experiência ao mesmo tempo agoniante e reconfortante.
Depois do evento conheci alguns outros desenvolvedores (do Japão) que estão trabalhando na mesma área que eu e vamos conseguir uma boa interação. Isso é um aspecto muito interessante de se trabalhar com Open Source, você nunca sabe se seu “colega” de trabalho está perto ou lá na casa do @#$$%^%!
Então que meu balanço até agora do evento foi: nós realmente precisamos melhorar a qualidade técnica dos eventos que fazemos no Brasil. Geralmente os eventos para Open Source que temos no Brasil são divididos em 90% filosofia, 5% polÃtica e 5% trabalho que realmente importa, e isso é muito ruim. Precisamos trazer a indústria para dentro desses eventos, precisamos de compromisso dos desenvolvedores.
Claro que eu fiquei nervoso e claro que isso afetou um pouco a minha pronúncia do inglês. Maaaaaaaaas, hackers são legais e quase sempre tolerantes com as pessoas que não falam tão bem inglês, eles realmente se esforçam.

Enfim, agora é voltar aos poucos ao mundo real: Brasil e todos os trabalhos, seminários e outras coisas que tenho que fazer. Mas é isso aÃ, valeu!